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Los Mockers - Antologia (Uruguay / 1965 - 1968)

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012




Los Mockers, assim como os Stones, eram tidos como os maus garotos. No início, a banda possuía baixa qualidade técnica e nessa época, nem instrumentos de verdade eram usados. O baixo era improvisado, não passava de uma caixa de madeira com uma corda estendida ao longo de um cabo de vassoura, a guitarra de Jorge Fernandez havia sido fabricada nos fundos de sua própria casa em Montevideu. Completando a banda estava Esteban na harmónica, Julio no baixo e Beto na “bateria”, na verdade um tambor com duas baquetas. Um ano depois dos primeiros ensaios, em 1964, a banda já tinha adquirido maior qualidade. Usando o dinheiro de um empréstimo, compram instrumentos em segunda mão e mudam o seu nome de Teddy Boys para Los Encadenados. Nesta época ainda não apresentavam um estilo definido, tocavam tanto músicas latinas como Perfidia ou La Bamba, como temas dos Beatles.


Em 1965 as coisas começariam a melhorar. Jorge havia aprendido a tocar muito bem a sua guitarra, o que levou a banda até a um musical exibido todos os domingos na TV uruguaia. Nessa mesma noite, o grupo conheceu Polo, um jovem de 17 anos que cantava de forma electrizante. Era tudo o que a banda precisava para prosseguir. Os rapazes decidiram também adoptar um estilo inconfundível, o mesmo dos Rolling Stones. O objectivo era claro, parecer o máximo possível com a banda inglesa. O resto do ano foi pura "farra", aproveitando o turismo e o movimento do verão, o grupo tocava quase toda noite na zona portuária de Montevidéu, o que aprimorou ainda mais as apresentações explosivas dos futuros Mockers. Quando o verão acabou, o grupo recolheu-se e começou a ensaiar e a criar as suas próprias canções. Tentaram mesmo gravar um single, só que a qualidade dos estúdios uruguaios era decepcionante e a produção acabou por sair muito abaixo do esperado.


No verão seguinte, a temporada de shows recomeçou e, numa dessas apresentações, um produtor da EMI estava na plateia. Parecia um sonho inimaginável, mas era verdade, os Mockers iriam para Buenos Aires, onde gravariam as suas próprias composições num estúdio de qualidade. Além de músicas autorais, o grupo foi amplamente reconhecido devido a uma versão de "Paint It Black", muito mais gritada e barulhenta do que a original. Agora o grupo desfrutava de relativa fama nos dois países. 


O sucesso dura um ano, até que atritos entre os membros acaba levando à dissolução da formação original (1967). Mesmo com novos membros, Los Mockers tentam seguir em frente, mas a perda de qualidade do grupo era evidente, o que resultou num declínio acentuado e o público assiste ao triste fim dos chamados Stones uruguaios. 


Los Mockers were a popular 1960s rock band in Latin America that was part of the Uruguayan Invasion. They modeled themselves off of the Rolling Stones and covered many of their songs (in English). The band was formed in 1963 on Montevideo, Uruguay but moved to Argentina in 1966 after winning a contract with EMI Argentina. The original lineup disbanded in 1967.

Formação / Members:

Polo Pereira (guitarra, voz)
Jorge Fernández (guitarra, voz de apoio)
Esteban Hirschfield (órgão, voz de apoio e harmónica)
Julio Montero (baixo, voz)
Beto Freigeda (bateria)

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Les Pirates Avec Dany Logan (1961-1963)




Les Pirates était un groupe de rock français, qui a connu le succès dans les années 1960.
En 1963, Dany Logan quitte le groupe pour entamer une carrière solo qui sera de courte durée (1963-1964). 


Les Pirates et Dany Logan  - Comme un fou (By DeeJay62), from Youtube.

Groupe originaire de Paris en France, formé de Dany Logan (chanteur) de son vrai nom Daniel Deshayes, Jean-Pierre Malléjac (guitare), Jean-Pierre Orfino surnommé Hector (guitare), Jean Veidly (guitare basse) et Michel Oks (batterie). En 1961, le groupe enregistre son premier 45 tours EP pour la maison de disques Bel air marque subsidaire de Barclay, dont les titres sont "Oublie Larry" version française de la chanson "Harts off to Larry" de Del Shannon, "Le jet" version française de "The jet", et les deux autres titres sont "Je bois du lait" version française de "Let's about us" et la dernière et non la moindre "Tu mets le feu" version du grand succès de Jerry Lee Lewis "Great balls of fire". 


Les Pirates, un groupe très rock'n roll puisque leur répectoire puisse chez les rockers américains Elvis Presley, Jerry Lee Lewis etc, et même du chanteur canadien Jack Scott. Avec le raz de marée twist et par la suite le yéyé, les Pirates adoucissent leur style.


En avril 1962, le groupe passe à l'Olympia de Paris pendant trois jours et par la suite il décroche un contrat à l' A.B.C. Tout comme Eddy Mitchell, Dick Rivers en France et Bruce Huard, Michel Pagliaro au Québec, Danny Logan quitte son groupe en 1963 pour mener une carrière solo. 
Il fut remplacé par Tony Morgan et par la suite le groupe se dissout.

Fonte: Retrojeunesse60

Álbum disponibilizado por Carlos Santos.

Banda do Casaco - É Triste Não Saber Ler (Single 1976)

domingo, 8 de janeiro de 2012




Banda do Casaco - É Triste Não Saber Ler (Single Philips 6031 048, 1976).

Faixas: É Triste Não saber Ler / Canto de Amor e Trabalho.

Muitos consideram esta banda como de rock progressivo, mas eu pessoalmente, considero-a como um pop/folk marcadamente ao estilo dos anos 70.
Carlos Santos

Uma excelente banda portuguesa (1974-1984) criada a partir dos restos da Filarmónica Fraude. Basicamente misturam o Folk Português com o rock progressivo em musica de intervenção (In Folk Lusitânia).

A Banda do Casaco foi um projecto musical concebido em 1973 por Nuno Rodrigues e António Pinho. Durante os treze anos da sua formação, pela Banda do Casaco passaram músicos como Celso de Carvalho, Carlos Zíngaro, Né Ladeiras, Luis Linhares, Jerry Marotta, Concha e muitos outros.A Banda do Casaco foi acima de tudo um lugar único de liberdade e experimentação musical onde partindo de um universo pop, de influências da música tradicional portuguesa, da sátira e do humor se criou um mundo novo. (Fonte: A música portuguesa a gostar dela própria)

 Banda do Casaco foi uma banda musical portuguesa de rock progressivo e uma das mais votadas ao esquecimento após o 25 de Abril.
Depois do projecto Filarmónica Fraude, António Pinho (vocalista) e Luís Linhares (teclas) juntam-se ao ex-Música Novarum Nuno Rodrigues (vocalista, guitarra) e a Celso de Carvalho (violoncelo, contrabaixo) para formar o grupo Banda do Casaco.
Este grupo juntou uma pesquisa etnográfica à música Pop, criando um trabalho de grande qualidade ao nível musical e em que não foi descurada a crítica social, como aliás já tinha acontecido com a Filarmónica Fraude. Durante a sua existência (1974 a 1984) passaram pelas suas fileiras inúmeros músicos de grande nível, tendo algumas vezes a sua passagem pela Banda do Casaco sido o trampolim para uma carreira a solo.
Em 1976, em Coisas do Arco da Velha, a memorável participação vocal de Cândida Branca Flor assegurou ao grupo a obtenção do título de 'Melhor Disco do Ano'.


Nuno Rodrigues assegurou sozinho a direcção do álbum "Também Eu", de 1982.
Depois da saída do letrista de sempre António Pinho, Nuno Rodrigues reuniu Celso de Carvalho, José Fortes, Ramón Galarza, José Moz Carrapa e Zé Nabo. A maior parte das vozes é de Concha. Nas vozes aparece ainda o próprio Nuno Rodrigues e Ti Chitas, pastora beirã de Penha Garcia.
Em 1993, Nuno Rodrigues e Né Ladeiras reúnem-se para gravar a faixa "Matar Saudades" produzida por António Emiliano que foi incluída na reedição de "Banda do Casaco com Ti Chitas".
Uma das características da banda será a frequente mudança de formação, mantendo-se Pinho, Rodrigues e o violoncelista Celso de Carvalho e, mais tarde, António Pinheiro da Silva, como núcleo duro.

Discografia:

1975 Dos benefícios dum vendido no reino dos bonifácios - Disco de vinil / CD
1976 Coisas do arco da velha - Disco de vinil / CD
1977 Hoje há conquilhas, amanhã não sabemos - Disco de vinil / CD
1978 Contos da barbearia - Disco de vinil
1980 No Jardim da Celeste - Disco de vinil / CD
1982 Também Eu - Disco de vinil / CD
1984 Com Ti Chitas - CD

Compilações:
1988 Banda do Casaco - Disco de vinil
1996 Natação Obrigatória - CD

Fonte: Wikipedia

As capas deste Single foram-nos gentilmente remetidas por António Manuel Freitas, a quem muito agradecemos pela colaboração.

Morreu Bob Weston, guitarrista dos Fleetwood Mac


Morreu Bob Weston, guitarrista dos Fleetwood Mac

O guitarrista britânico Bob Weston, que integrou os Fleetwood Mac, morreu na terça-feira aos 64 anos, perto de Londres, informou hoje a polícia.
O corpo do músico foi encontrado em casa, no norte de Londres, depois de ter sido dado um alerta pelos vizinhos, mas não qualquer indício criminal na morte.
A autópsia revelou que a morte foi causada por uma hemorragia gastro-intestinal e que o músico sofria ainda de cirrose e problemas na garganta.
Bob Weston integrou os Fleetwood Mad durante a década de 1970, tendo participado nos álbuns "Penguin" (1973) e Mystery to me" (1973), mas foi afastado do grupo depois de Mick Fleetwood ter descoberto que o guitarrista tinha um caso com a mulher, Jenny Boyd.
O guitarrista deixou ainda vários discos a solo.



Fonte: DN Artes

Karine (EP 1966)




Karine - Une Autre Autoroute (EP Vogue EPL 8418 - 1966), acompanhada por Jean Daniel Mercier e sua Orquestra.


Karine é uma cantora francesa de origem sueca. Ela foi descoberta por Antoine, outro cantor francês dos anos 60. Karine foi notada durante uma visita ao Olympia em Paris, tendo assinado um contrato com a Vogue e gravou dois (EP) 45 r.p.m.. O EP que agora apresentamos é o primeiro e considerado raro. O 2º EP tem também a referência Vogue EPL 8491/1966 e é constituído pelas seguintes faixas:  J'ai vu partir / C'est lui (Call me) / Premier Noel (Ce monde existe) / Console-toi.

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Digitalização e masterização por Carlos Santos.

Os Guardiões do Vinil

sábado, 7 de janeiro de 2012
António Manuel Portela
Heitor de Vasconcelos

Os Guardiões do Vinil (vídeo)

António José Portela e Heitor Vasconcelos fazem das suas próprias casas autênticos templos dedicados aos discos de vinil. Um respeitado jornal da praça (O Expresso - Sexta feira, 6 de janeiro de 2012) foi conhecer a relação que estes colecionadores têm com a sua paixão.

Uma interessante reportagem que não deixámos de a assinalar aqui e que retrata o gosto e a paixão pelo vinil e pela música. A incrível simbiose entre o colecionador e os seus discos.Coleções infindáveis, repletas de raridades, certamente das maiores do país.
Ambos os entrevistados já colaboraram gentilmente  com este blog, o que nos prestigia. Para eles, o nosso abraço de reconhecimento e agradecimento.

A ver aqui:


ou


Por Rodrigo Leite (www.expresso.pt)

Fonte: Expresso, a quem muito agradecemos.

The Brazilian Bitles - Antologia (1966-1969)





Esta Antologia, de um dos grupos brasileiros mais bem sucedidos e que mais apreciamos, já foi postada por outros blogs parceiros mas, tal como o dissemos, gostamos tanto deste grupo pelo seu estilo e qualidade que é também nosso dever e obrigação partilharmos e divulgarmos o seu trabalho. 


The Brazilian Bitles é uma das bandas mais emblemáticas e menos reconhecidas do rock brasileiro. Tanto pelo nome, quanto pelo repertório é directamente vinculada à "beatlemania" e à Jovem Guarda. Na realidade, a banda foi uma das primeiras a introduzir o som dos Beatles na cena carioca. Também fizeram sucesso com uma inusitada versão pop de "Gata" (Wild Thing - Troggs/Jimi Hendrix). Mas, The Brazilian Bitles foi mais do que apenas uma banda cover. No seu repertório estão presentes raras pérolas do melhor rock dos anos sessenta, permeadas de climas modernos, garageiros e psicadélicos, como 'Dedicado a quem amei', 'Deixe em paz meu coração', 'Preciso seguir' e 'Decisão'. 

 

A história da banda começa em 1965, quando o guitarrista Vitor Trucco e o cantor e guitarrista-base Jorge ainda tocavam nos The Dangers, uma das inúmeras bandas de garagem do Rio de Janeiro. A banda  apresentava-se na televisão - no Canal 9, especialmente - e em clubes, às vezes acompanhada de um cantor chamado Ely Barra. Um dia, Ely e o baterista Luiz Toth, juntamente com o paulista recém chegado Fábio Block convidaram Vitor para formar uma banda ao estilo dos Fab Four. Assim, estavam formados The Brazilian Bitles, com Luiz Toth (bateria), Fábio Block (baixo e, depois, guitarra), Eliseu da Silva Barra (cantor e teclados), Vitor Trucco (guitarra solo e, depois, baixo) e Jorge Eduardo de Almeida (voz e guitarra-base). Em 1968, Luiz Toth, Fábio Block e Ely Barra deixaram a banda, entrando Ricardo, ex-baterista dos The Bubbles, e Rubens, ex-integrante do grupo uruguaio The Innocents, na guitarra solo e novos vocais.



The Brazilian Bitles estreou-se apenas quatro dias depois, na boate "La Candelabre, com grande estardalhaço de mídia, por conta do empresário da nova banda, Glauco Pereira. O sucesso foi imediato, devido à música - o repertório refinado trazia Beatles, Rolling Stones, rock clássico (Chuck Berry, Little Richard) e outras novidades da "invasão inglesa" - e ao visual da banda, que já usava cabelos compridos. No dia seguinte, a banda estava nas páginas dos jornais como grande novidade da cena carioca, e daí para a televisão foi um pulo, onde apresentavam o programa "BBC - Brazilian Bitles Club", na TV Excelsior, do Rio de Janeiro.



O programa, que ia para o ar aos sábados à tarde, fez grande sucesso, chegando ao segundo lugar nas pesquisas de audiência, e serviu de vitrina para divulgar diversos artistas que vieram a consagrar-se posteriormente. "Eles foram as pessoas que me puseram nisso", disse Ronnie Von a Senhor F, reconhecendo o papel dos Brazilian Bitles não apenas na divulgação da "beatlemania", mas também dos novos intérpretes e conjuntos cariocas. Em seguida, gravam o seu disco de estreia, abrindo caminho para uma carreira que durou até 1969, incluindo diversos compactos, mais dois LPs, outros sucessos nas paradas, como "Não Tem Jeito" (versão de Rossini Pinto para "Satisfaction", dos Rolling Stones) e centenas de apresentações ao vivo país afora.

The Brazilian Bitles - Vem Meu Amor, do filme Na Onda do IêIêIê 1966 (from Youtube)

Formação:
Luiz Toth (bateria), 
Fábio Block (baixo e, posteriormente, guitarra), 
Eliseu da Silva Barra (cantor e teclas), 
Vitor Trucco (guitarra solo e, posteriormente, baixo),
Jorge Eduardo de Almeida (voz e guitarra-base).

Texto adaptado de Flávio Ohno e Fernando Rosa, originalmente publicado no sitewww.senhorf.com.br. 
Fonte: Brazilian Nuggets

Agradecimento ao Jota/Rato pela colaboração.
CD gentilmente cedido por Carlos Santos.

Los Tamara - Afro Cha Cha Bolero Chipi Chipi (EP 1962)





Los Tamara - Afro Cha Cha Bolero Chipi Chipi (EP Bel-Air 221123 - 1962). Edição francesa.
Período de atividade: 1958 - 1976.
Género: Pop  

Faixas/Tracks: Camino de Sahara / Pide / Yo Soy El Son Cubano / El Chipi Chipi

Los Tamara foi uma banda pop formada em Noia (é um município de Espanha na província da Corunha, comunidade autónoma da Galiza) muito popular nos anos 60 e 70, e fizeram uma nova forma de música galega popular, incluindo novas influências através do Soul e o Rock , com arranjos audazes e muitas letras em galego, incluindo poemas dos grandes escritores nessa língua.


A banda foi formada em 1958 por Prudencio Romo, o seu irmão Alberte, Manolo Paz, Xosé Sarmiento (guitarra e clarinete), Germán Olariaga (Violinista e cantante), e Enrique Paisal, aproveitando umas férias na Semana Santa. Em 1961 uniu-se-lhes o que seria o seu líder carismático, o cantor da Corunha Pucho Boedo. Mais informação sobre este grupo, já se encontra inserida neste blog. 

Formação: 

Pucho Boedo - voz 
Sito Sedes - voz 
Enrique Paisal Rego - teclados 
Antonio Vazquez - saxo 
Prudencio Romo - guitarra 
Alberte Romo - guitarra 
Quique Alvarado - baixo 
Antonio Cruz - batería 

Fonte: Wikipedia

EP gentilmente cedido pelo nosso amigo Vicky Paes, a quem agradecemos.
Digitalização das capas e áudio, assim como a masterização, por Carlos Santos.

Eli Corrêa recebe a dupla Jane e Herondy (Brasil)


Eli Corrêa recebe a dupla Jane e Herondy 
Neste domingo, a programação ULTRAFARMA terá novos horários e reprise do “Ultrashow”


No próximo domingo, dia 8, às 07:00 hrs, o programa Eli Corrêa abre a programação ULTRAFARMA. A atração irá receber a dupla Jane e Herondy, formada por Jane Moraes e Herondy Bueno, os cantores de sucesso na década de 70 estouraram com a música “Não Se Vá”, gravaram mais de 50 discos e fizeram shows por todo o Brasil, além de participarem de diversos programas de televisão, como o “Qual é a Música” e o “Cassino do Chacrinha”. A dupla foi casada por 33 anos, ficaram 7 anos separados, mas em 2010 resolveram se reconciliar.

Às 07:30 hrs, o "Ultrashow" irá contar com os tradicionais quadros de interatividade com o consumidor, mostrará as ofertas imperdíveis na “Calculadora Digital” e no “Ultra Atendimento”, o Hair Stylist Bruno Di Maglio dará dicas de como cuidar dos cabelos no verão. O programa “Ultrashow” será reprisado às 10:30 hrs, logo após o “Deus Médico dos Médicos”.

A partir das 10hs, Dom Fernando Figueiredo recebe no "Deus Médico dos Médicos"o Dr. Carlos Alfredo Goldenberg, urologista e especialista em medicina ortomolecular e nutrição. O médico irá explicar como os alimentos podem nos trazer mais saúde. Você sabia que brócolis pode prevenir o câncer? E que a canela pode auxiliar diabéticos? Para essas e mais dicas, basta assistir o programa.

Os programas são produzidos e patrocinados pela ULTRAFARMA, de Sidney Oliveira e vão ao ar aos domingos pela Rede TV! (Brasil). 


Fonte: Assessoria Márcia Stival

P.J. Proby - My Prayer (EP 1965)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012




P.J. Proby - My Prayer (EP Liberty/Pathe Marconi LEP 2253 F, 1965). Edição francesa.

P.J. Proby, born and mostly raised in Texas, rock & roller P.J. Proby never really hit it big in his homeland, but his trouser-busting stage antics helped make him a genuine pop star in England at the height of the British Invasion. Proby was born James Marcus Smith in Houston on November 6, 1938, and grew up listening to country and black gospel; later on, he became fascinated by rockabilly, and his stepsister even dated the young Elvis Presley. After graduating from military school in 1957, he moved to Hollywood hoping to make it in the music business. Through his boyhood friend, teen-idol singer Tommy Sands, Smith made some connections that included songwriter Sharon Sheeley (who was dating Eddie Cochran and had written "Poor Little Fool" for Rick Nelson), and he soon began recording singles under the name Jett Powers, with little success. In the meantime, he worked as a demo singer and also did a bit of acting, appearing in several Westerns and an episode of Gunsmoke.


Meanwhile, Smith was working on his own original songs, which earned him a composition contract with Liberty at the end of 1959; his material was recorded by Johnny Burnette ("Clown Shoes"), the Searchers, Leroy Van Dyke, Rick Nelson, and Jackie DeShannon, among others. He also briefly joined producer Kim Fowley's studio group the Hollywood Argyles in 1960. In 1961, Smith (probably wisely) changed his alias from Jett Powers to P.J. Proby, the name of a childhood friend of Sharon Sheeley. Proby cut several singles from 1961-1963, ranging from rock to pop to country, again without much luck or promotion. With the single "Wicked Woman," he even resorted to changing his name to Orville Woods in hopes of getting played on R&B radio stations.


Finally, in late 1963, Proby met British producer Jack Good, who happened to be putting together a TV special on the Beatles that was to feature several other up-and-coming artists. Proby's demo tape impressed Beatles manager Brian Epstein enough for him to make the cut, and Good outfitted Proby as an aristocratic fop, complete with ponytail, frilly shirt, tight velvet pants, and buckled shoes. After the special aired worldwide, Proby's first British single, "Hold Me" -- a rocked-up rearrangement of a 1939-vintage pop ballad associated with Dick Haymes -- rocketed into the U.K. Top Five in early 1964. Proby's next two singles, "Together" and West Side Story's "Somewhere," took a similar tack, and both reached the British Top Ten as well. In early 1965, Proby was booked as part of a package tour, and on one of the London dates in late January, his pants ripped open from the knee all the way up. Proby claimed it was an accident, but when the same thing happened at the next show (much to the audience's delight), the censors descended and banned Proby from performing on television or in theaters. Rushed out shortly after the ban, "I Apologise" just missed the Top Ten, though his detractors didn't take its sentiments to heart.
Proby continued to release singles over the next two years, scoring another Top Ten hit with another West Side Story cover, "Maria," in late 1965. (Oddly, the preceding single, "That Means a Lot," flopped despite being penned by John Lennon and Paul McCartney.) The lack of promotional opportunities began to hurt Proby's chart placements, though, and he was also beset with financial problems. He attempted to crack the American market in 1967 and actually did land a Top 40 hit with "Niki Hoeky," which proved to be the extent of his success in his native country. Proby was forced to declare bankruptcy in 1968; in 1969, he recorded an album, Three Week Hero, that featured studio backing from all four future members of Led Zeppelin. By this time, though, the hits had dried up. Thanks to Jack Good, Proby appeared in Catch My Soul, a musical version of Othello, in 1970, and subsequently became a regular on Britain's cabaret circuit.


In 1973, Proby cut a less-than-stellar album, I'm Yours, under somewhat shady circumstances for Ember. He also made headlines with his engagement to Dean Martin's daughter Claudia, and his subsequent arrest for brandishing a shotgun. Proby re-emerged in 1978 to record an album with the Dutch prog rock group Focus, Focus Con Proby, and shortly thereafter starred in a Jack Good-produced musical about Elvis Presley (from which he was fired for improvising). Proby recorded sporadically during the '80s, including a series of more contemporary covers, and was also beset by marital difficulties and occasional run-ins with the law over flashes of temper. He nearly died after collapsing in 1992, and went completely sober afterward; in 1993, he appeared in the Jack Good biographical musical Good Rockin' Tonite, and two years later in the Roy Orbisontribute show Only the Lonely. Proby attempted a recording comeback in 1997 with the EMI album Legend. 

Fonte: By Steve Huey, Rovi 

EP gentilmente cedido pelo nosso amigo Vicky Paes Martins, a quem agradecemos. 
Digitalização das capas e áudio, assim como a masterização, por Carlos Santos.