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Doris Day - Catch The Bouquet (EP 1965)

domingo, 25 de março de 2012




Doris Day - Catch The Bouquet (EP CBS 6037, 1965). Edição portuguesa.

Faixas / Tracks: Catch The Bouquet / Summer Has Gone / Meditation / How Insensitive. 

Doris Mary Ann von Kappelhoff, conhecida como Doris Day (Cincinnati, 3 de abril de 1924), é uma cantora e actriz americana das mais populares nas décadas de 1950 e 1960. Como actriz e cantora brilhou em Calamity Jane, no qual além de interpretar a personagem do Velho Oeste  Calamity Jane, cantou Secret Love (que recebeu um Óscar de melhor canção). 
Outro sucesso foi Que Sera, Sera, tema de "O Homem Que Sabia Demais", com James Stewart. Mas no filme Ama-me ou Esquece-me, que fez com James Cagney em 1955, teve a oportunidade de cantar um extenso rol de canções românticas, ao interpretar uma cantora da vida real. Nos anos 60 faria sucesso em comédias românticas juntamente com Rock Hudson.


O seu papel mais frequente era a da rapariga sexy ingénua, que vivia assediada por homens que usavam de várias artimanhas para conquistá-la. Esse tipo levou Groucho Marxa a proferir uma das suas mais célebres frases: "Conheci Doris Day quando ela ainda não era virgem". 
Day publicou o seu primeiro disco, Sentimental Journey, em 1945. Seguiram-se muitos outros e entre eles salientamos, Tea For Two (banda sonora – 1950), Day Dreams (1954), Day By day (1956), Show Time (60), The Doris Day Christmas Album (64) ou Latin For Lovers (65), entre muitos outros. 
Foi casada quatro vezes e teve um filho, Terry Melcher, que faleceu em 2004. Desde a morte dele, Doris leva uma vida reclusa e solitária, dedicando-se exclusivamente à protecção de animais na Doris Day Pet Foundation, trabalho que vem realizando há várias décadas.


Recentemente Doris Day lançou um novo CD intitulado “My Heart”, que se estreou em 9º lugar no ranking dos álbuns mais vendidos. A musa guardou debaixo do travesseiro, durante 40 anos, diversas canções que não eram exclusivamente standards. “You Are So Beatuful (To Me)” sucesso na voz de Joe Cocker, “Day Dream” de John Sebastian e composições com o filho, Terry Melcher, que faleceu em 2004, estão no novo disco.
Vasta Filmografia e discografia.

As capas deste EP foram-nos gentilmente cedidas por António Manuel Freitas, a quem muito agradecemos.
Faixas disponibilizadas por Carlos Santos.

The Move - The Greatest Hits Vol. 1 (1967-1970)




The Move - The Greatest Hits Vol. 1 (LP Pickwick SHM 952, 1967-1970).

The Move é uma banda de rock dos anos 60 formada em Birmingham, Inglaterra, por Roy Wood (guitarra, vocal), Bev Bevan (bateria), Chris "Ace" Kefford (baixo), Carl Wayne (vocal) e Trevor Burton (guitarra). O grupo originou-se de vários bandas de Birmingham, como Carl Wayne and the Vikings, Nightrider e Mayfair Set.
Seus primeiro shows foram no começo de 1966, e o Move logo ganharia notoriedade por seus arranjos vocais elaborados e a influência de soul music e bandas da Costa Oeste dos Estados Unidos como The Beach Boys, The Byrds, Love e Moby Grape. O empresário da banda, Tony Secunda, arrumou para eles shows semanais no Marquee Club de Londres, onde eles passaram a se apresentar vestidos de gângsters.
Conhecidos por suas apresentações ultrajantes, eles foram processados pelo Primeiro Ministro da Grã-Bretanha Harold Wilson, depois que Secunda, para promover o novo compacto "Flowers in the Rain", mandou fazer um cartão postal com uma foto de Wilson na cama com uma mulher que ele supostamente estava tendo um caso.


Os Move continuaram durante os anos 70, apesar de diversas mudanças na formação.
Embora nunca tenham sido tão populares nos Estados Unidos quanto em sua terra natal, o Move foi um dos grupos pops mais importantes de sua época, frequentemente citados como um dos principais precursores do power pop.
"Flowers in the Rain" foi a primeira música tocada na Radio 1 da BBC quando a rádio começou em 1967. Carl Wayne, que juntou-se ao The Hollies em 2000, morreu em 31 de agosto de 2004 depois de uma longa batalha contra um cancro (câncer).

Fonte: Wikipedia

The Move - I Can Hear The Grass Grow - 1967 (from Youtube)


Faixas / Tracks:

1. Flowers In The Rain
2. Hello Susie
3. The Lemon Tree
4. Cherry Blossom Clinic
5. Night Of Fear
6. I Can Hear The Grass Grow
7. Brontosaurus
8. Walk Upon The Water
9. What
10. Fire Brigade 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Vicky Paes Martins, a quem agradecemos.

Os Tártaros - Antologia (1964 /1967 - LP)

sábado, 24 de março de 2012

Edgar Raposo e Luís Futre (produtores). Foto de Filipe Reis.

Os Tártaros - Antologia (The First Portuguese Surf Garage Group - 1964 /1967) - LP

Groovie Records fez hoje, 24 Março de 2012, pelas 18H00, o lançamento e comercialização do LP do conjunto Português da década de 60 "Os Tártaros" no Atelier Real, Rua Poço dos Negros 55, em Lisboa. A produção do disco esteve a cargo de Edgar Raposo e Luís Futre.

O LP compila na integra todos os seus 4 EPs editados pela editora nortenha "Rapsódia", sendo ao todo 16 temas retirados das bobines originais e reeditados pela primeira vez em vinil. 
Os Tártaros gravaram 4 discos em formato de EP 45 r.p.m. entre 1964 a 1967 num género musical que vai do Surf, passando pelo Beat ao Garage Rock, entre os quais o famoso hit "Tartária.
Nós não deixámos de estar presentes e já temos o disco!

Para encomendas ou informações poderá contactar:




Neil Sedaka - Oh Carol And All The Early Classics



Neil Sedaka (Brooklyn, New York, 13 de março de 1939) é um cantor, pianista e compositor americano geralmente associado com o Brill Building. Ele fez parceria com Howard Greenfield para compor muitos dos seus sucessos, tanto para si como para outros cantores. A voz de Sedaka é identificada com a de tenor. O maior sucesso de Neil é a canção "Oh Carol", de 1959. Além de "Oh Carol", outras canções de Neil Sedaka fizeram sucesso entre o final da década de 50 e o início dos anos 60, como é o caso de The Diary (provavelmente de 1958). As músicas "Breakin' Up Is Hard To Do" e "Calendar Girl", esta última de 1961 e a primeira de 1962, além de "Laughter in the Rain" são outros sucessos do cantor. 
Vasta discografia.


Faixas / Tracklist:


1. WHILE I DREAM - The Tokens
2. I LOVE MY BABY - The Tokens
3. DON'T GO - The Tokens
4. COME BACK JOE - The Tokens
5. SNOWTIME
6. LAURA LEE
7. RING - A ROCKIN'
8. FLY DON'T FLY ON ME
9. OH DELILAH
10. NEIL'S TWIST
11. THE DIARY (Rock With Sedaka)
12. NO VACANCY
13. I GO APE (Rock With Sedaka)
14. MOON OF GOLD (Rock With Sedaka)
15. YOU GOTTA LEARN YOUR RHYTHM AND BLUES
16. CRYING MY HEART OUT FOR YOU
17. OH CAROL
18. ONE WAY TICKET TO THE BLUES
19. STAIRWAY TO HEAVEN
20. 40 WINKS AWAY
21. RUN SAMSON RUN
22. YOU MEAN EVERYTHING TO ME
23. CALENDAR GIRL
24. THE SAME OLD FOOL


1. WALK WITH ME
2. GOING HOME TO MARY LOU
3. THE GIRL FOR ME
4. YOU'RE KNOCKIN ME OUT (Rock With Sedaka)
5. I AIN'T HURTIN' NO MORE (Rock With Sedaka)
6. ANOTHER SLEEPLESS NIGHT (Rock With Sedaka)
7. FALLIN' (Rock With Sedaka)
8. STUPID CUPID (Rock With Sedaka)
9. I WAITED TOO LONG (Rock With Sedaka)
10. ALL I NEED IS YOU (Rock With Sedaka)
11. I BELONG TO YOU (Rock With Sedaka)
12. AS LONG AS I LIVE (Rock With Sedaka)
13. CIRCULATE 
14. SMILE 
15. NOTHING EVER CHANGES MY LOVE FOR YOU 
16. ALL THE WAY 
17. WE KISS IN A SHADOW 
18. BESS YOU IS MY WOMAN NOW 
19. LOOK TO THE RAINBOW 
20. EVERYTHING HAPPENS TO ME
21. A FELICIDADE 
22. ANGEL EYES 
23. I FOUND MY WORLD IN YOU 
24. YOU TOOK ADVANTAGE OF ME
25. WHAT AM I GONNA DO
26. I MUST BE DREAMING

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo do Brasil, Miguel Nunes, a quem agradecemos.

Luizinho e Seus Dinamites - Choque Que Queima (LP 1963)





Luizinho e Seus Dinamites - Choque Que Queima (LP Bruno Discos BDL 0001 e também editado por LP RCA Nº: BDL 1269, 1963).

Fantástico álbum de um grande grupo brasileiro de autêntico Rock Brasa!
Um álbum todo excelente!

O tema Choque Que Queima (Chopin' n' Changin') (Samwell - Euclides), é a música que dá nome ao único LP gravado pelo grupo Luizinho e seus Dinamites, vanguarda do rock carioca já nos anos cinqüenta, como The Blue Jeans Rockers. Com excelente qualidade técnica, o LP é um marco da transição entre o rock instrumental e a Jovem Guarda.  


Luizinho e Seus Dinamites , grupo carioca liderado por Luizinho (guitarrista pioneiro no rock Brasil), que, nos anos cinquenta, já havia formado o Blue Jeans Rockers, grupo de rock and roll clássico, que animou muitos bailes e festas do Colégio Militar no Rio de Janeiro. 
O grupo era formado por Luizinho (guitarra e vocalista), Jair (guitarra base), José Antônio (baixo) e Carlinhos (bateria) e Euclides (que também tocou com The Pop's), um dos melhores e mais importantes guitarristas da história do rock brasileiro. Espécie de transição entre o rock instrumental, a era Beatles e a Jovem Guarda, eles deixaram um grande disco - Choque que Queima (reeditado em vinil pela Bruno Discos) - contendo clássicos como a faixa título, Dinamite e Carango Twist. 
“Choque que Queima”, parece ter sido o único disco do grupo e é considerado raro. 
Luizinho morreu em meados dos anos noventa, deixando a lenda de ter sido um dos precurssores do rock nacional, sem o devido reconhecimento. 

Informação retirada e adaptada de um texto de Fernando Rosa, publicado no site Senhor F. 

Formação/Personnel:

. Luizinho: Chefe e Vocalista
. Euclides: 1ª Guitarra (solista)
. Jair: 2ª Guitarra (apoio)
. José Antônio: Baixo Elétrico
. Carlinhos: Bateria 

Faixas: 

01. Dinamite 
02. Choque Que Queima (Choppin’ and Changin’) 
03. Driving Guitars 
04. Eu Vou a Lua (I Cannot Find a True Love) 
05. As Estações (Evergreen Tree) 
06. Apache 
07. A Raposa e o Corvo (The Snake and The Bookworm) 
08. Carango Twist (Down The Line) 
09. Bongo Blues 
10. Uma Voz na Solidão (A Voice in The Wilderness) 
11. Lâmpada do Amor (Lamp of Love) 
12. Guitar Twist 
BONUS:
13 - Mundo Imenso
14 – Medley - Pé De Manacá; Cintura Fina; Meu Limão, Meu Limoeiro; Está Chegando A Hora

Álbum gentilmente cedido por Margot Romão, a quem muito agradecemos.

Eli Corrêa Recebe a Jovem Dupla, Geovany Reis & Fabrício (Brasil)


Eli Corrêa recebe a jovem dupla Geovany Reis E Fabrício
Além de muita informação, sertanejos também são atração da programação ULTRAFARMA do próximo domingo na Rede TV! (Brasil)

A programação ULTRAFARMA apresenta a dupla Geovany Reis E Fabrício no domingo, 25. O “Programa Eli Corrêa” recebe os músicos que estão com o 3º CD para cantar os sucessos sertanejos “Pra sempre em mim” e “O que sobrou de nós”, entre outros. Os rapazes iniciaram a carreira pelos bares do interior de Minas Gerais, estado natal dos músicos, e se uniram após aparição de Fabrício em emissora regional. Através do destaque no programa, Geovany soube naquele momento quem seria seu parceiro ideal e, assim, seguiram juntos. 
Antes mesmo do destaque musical, a partir das 6hs da manhã, tem oração no “Encontro com Cristo” com o Padre Gambarine e esclarecimento de questões sobre aposentadoria no “Orientação Previdenciária”. Em seguida, o Padre Juarez de Castro fala da importância do papel dos avós no “Viver a Vida Vale a Pena” com a participação de Gil Monteiro. Além da exibição do “Programa Eli Corrêa” nessa sequencia, o “Ultrashow” acompanha a 4ª edição da Caminhada da Mulher Contra a Violência Doméstica, em Cotia. 
Para encerrar a grade de programas, Dom Fernando comanda o “ Deus Médico dos Médicos” e recebe o Dr. Flávio Scarabottolo, ortopedista e traumatologista, para falar sobre a osteoporose, doença que atinge os ossos. Fechando com a reprise do “Ultrashow”. 
Os programas são produzidos e patrocinados pela ULTRAFARMA, de Sidney Oliveira, e vão ao ar todos os domingos pela Rede TV! (Brasil). 

Fonte: Assessoria Márcia Stival

Lone Star - Éxitos (1966-1972)

sexta-feira, 23 de março de 2012



Lone Star - Éxitos (1966-1972), é uma óptima compilação com grandes temas que este excelente grupo espanhol interpretou durante a sua existência, incluindo versões/covers ou trabalhos seus.

Lone Star é um grupo espanhol de rock dos anos 60, originário de Barcelona, inicialmente formado por Pedro Gené (voz e líder da banda), Willy Nab (guitarra solo), Rafael de la Vega (baixo), Enric Fusté, (piano) e Enrique López (bateria). 

As diversas formações: 
Pedro Gené - voz, piano (1960-1984, 1995-2000)
Guitarristas:
Willy Nab (1962-1964)
Joan Miró (1964-1966, 1967-1975)
Álex Sánchez (1966-1967, 1975-1984, 1995-2000)
Víctor Escudé (Janeiro-Julho 1968)
Baixistas:
Rafael de la Vega (1960-1964, 1965-1972)
Carlos Petriz (1964-1965)
Sebas Sospedra (1972-1974, 1979-1984)
Ricardo Acedo (1974-1979)
Jaume Rivera (1995-2000)
Bateristas:
Enrique López (1960-1968)
Luís Masdeu (1969-1973, 1975-1977)
"Tapi" Vilaseca (1973-1975, 1977-1978)
Jerónimo Martínez (1979-1984, 1995-2000) 


O grupo data de 1959 quando Pedro Gené viveu durante um ano em Inglaterra. Ali assistiu à eclosão do rock em todo o seu esplendor. Gené tinha estudado piano no conservatório do Liceu de Barcelona e voltou a Espanha com a ideia de constituir um grupo de rock, pelo que reuniu alguns dos seus antigos colegas do conservatório para organizar a sua formação. Escolheram Lone Star ("Estrela Solitária"), para o nome da banda. 
Começaram então os shows e concertos do grupo por bares locais de Barcelona. Nessa altura, tocavam versões de Ray Charles, uma autêntica revelação para muitos que os escutavam. Num concerto no Pub "Texas", na Praça Real, um holandês chamado Willy Nab sobe ao palco com a sua guitarra e toca um par de temas com o grupo. Desta maneira, Nab completaria a formação dos Lone Star durante os primeiros anos. 
Em 1961, a EMI fecha um contrato com eles e gravam o primeiro EP, cantado em inglês, onde incluía um dos seus primeiros clássicos: "My Babe". Em 1962 e depois da gravação do segundo EP, Joan Miró substituiria Willy Nab na guitarra ao mesmo tempo que Enric Fusté deixava também a formação. 
Mas um dos seus grandes sucessos seria a versão em espanhol intitulada "La Casa del Sol Naciente" (House of The Rising Sun), dos Animals. A versão dos Lone Star chegou a vender mais singles que os da própria banda britânica. O tema chegou a ser número um em toda América do Sul e posteriormente em Espanha. Tanto é assim, que a EMI organizou um encontro em Barcelona entre os Lone Star e The Animals, que repetir-se-ia um ano depois no Palácio de Desportos de Barcelona, em 1965. 
A partir do seu sucesso, a EMI grava mais EPs com os Lone Star, mas só de versões, entre as quais se destacam outros “covers” dos Animals como "Comprension" ("Don't let me be understood"), Yo Lloro (I'm crying) ou Muy Lejos de Aqui (We gotta get out of this place). Mas também dos Rolling Stones como "Satisfacción" ou "Aqui en mi nube". 



Em 1967 , chega a oportunidade do grupo gravar o seu primeiro disco de longa duração. Gené conseguiu acordar com a EMI que metade dos temas seriam versões (covers) e a outra metade, canções próprias. O LP chamar-se-ia "Um Conjunto Com Antologia (Un Conjunto Con Antología)". Deste disco destacam-se, "La Leyenda" e "Quiero vivir con libertad" como temas originais e "Río sin fin" versão do "River deep mountain high", de Ray Charles. Este disco tem a sua importância já que a companhia discográfica começa a perceber que tem que dar margem de manobra ao grupo. 
Também foi aqui que entrou no grupo Álex Sánchez, substituindo Joan Miró, que tinha que cumprir o serviço militar e que só voltaria a reintegrar o grupo um ano depois. Durante 1967 e 1968, os Lone Star alternam as suas actuações como grupo de rock e os concertos como grupo de jazz, algo completamente inaudito na época. No ano de 1968 o grupo grava "Lone Star em Jazz" onde se destacam as composições, "Misty" ou "El cant del ocells ". 
Em 1968 , gravariam um dos seus temas mais lendários: "Mi Calle", um dos pratos fortes nos seus concertos posteriores. Em 1969, os Lone Star gravam o single "La trilogía", que obtém o prémio da SGAE como o melhor tema do ano, ainda que nesse mesmo ano, o baterista e um dos membros fundadores Enrique López tenha deixado o grupo e tenha entrado para o seu lugar Luis Masdeu. Pouco depois, novo abandono de Juan Miró (desta vez definitivo), voltando a ser repescado o Álex Sánchez. Paralelamente, o grupo inicia uma tournée pelo centro da Europa, do que resultou o disco "Spring 70", todo gravado ao vivo e em inglês. 
Em 1972, a banda obtém dois grandes sucessos: "Chica Solitaria e My Sweet Marlene", ainda que Rafael de La Vega tenha deixado o grupo, sendo substituído por Sebastián Sospedra no baixo. Nesses anos, o sucesso dos Lone Star é incontestável e chegaram a tocar em dois lugares estranhos e exclusivos: o porta-aviões americano John Fitzgerald Kennedy e o Palau de la Música de Barcelona (Palácio da Música Catalã ), local então muito reticente a outros tipos de música que não fosse a clássica (e muito menos o rock). 
O grupo muda de editora, pois não estavam a receber o apoio necessário por parte da EMI e ligam-se em 1974 à Unic. Assim é editado o seu primeiro single com a nova etiqueta: "Pobre Pescador". Mas o tempo de permanência nesta editora foi breve e, em 1975 , fecham contrato com a Diplo Records e convertem-se no primeiro grupo espanhol a fazer rock em catalão. 
A partir desse momento, os Lone Star sofrem uma série de alterações na formação do grupo. Simultaneamente apresentam alguns LP's como "Siguenos" (1976), "Horizonte" (1977) com a discográfica Phonics ou "Viejo Lobo" com a AUVI (1982). 
Os Lone Star acabam por se dissolver em 1983, mas não sem antes terem efectuado um grande concerto conjuntamente com Eric Burdon (líder dos The Animals) em Montjuïc/Barcelona, onde reuniram cerca de 120.000 pessoas. 
Após algum tempo de descanso, os Lone Star voltam a reunir-se em 1996 para realizarem uma série de concertos e, pouco depois, terminarem definitivamente a história do grupo.

Fonte: Encyclopedia Encydia Beta e Wikipedia

Faixas / Tracks: 

CD1 
01 - La Leyenda 
02 - Alrededor del Mundo 
03 - La Fiesta 
04 - Un Día Volveré 
05 - Vieja Estación 
06 - Fin de Semana 
07 - Mi Calle 
08 - Thinkin' Of You 
09 - La Trilogía (Dios, El Hombre y El Amor) 
10 - Y Murió El Amor 
11 - Es Mi Vida 
12 - Bring a Little Sunshine 

CD2 
01 - Lyla 
02 - No, Not My Baby 
03 - Quiero Besar Otra Vez Tus Labios 
04 - Lazi Train 
05 - Soñar 
06 - Las Campanas de La Catedral 
07 - Lluvia de Mayo 
08 - Love 
09 - Gente Joven 
10 - When I Woke Up This Morning

Álbum disponibilizado por Carlos Santos.
Agradecimento a Luis Antonio Vergara Rojas, pela informação.
(gracias a Luis Antonio Vergara Rojas por la información)

Jess & James And The J.J. Band - Antologia (1968 / 69)




Trata-de de uma compilação (Antologia) particular, com os temas que achámos mais significativos neste período  da banda (68/69).

O grupo Jesse and James, formado em 1967 por dois irmãos portugueses, António e Fernando Lameirinhas, oriundos da zona do Porto, foram considerados pela editora Belter como uma das suas grandes apostas.
Os dois irmãos foram para a Bélgica ainda novos e com os nomes artísticos de Tony and Waldo Lam, formaram o grupo J.J. Band, com antigos membros das bandas Manfred Mann e The Crazy World od Arthur Brown. 
Mas a história começa um ano antes em Charleroi, na Bélgica, quando os irmãos Lameirinhas surgem como o duo Jess and James. Um nome que iria ficar para a posterioridade na história do rock progressivo e soul feito na Bélgica. Nesse ano de 1966 partem para Inglaterra onde tentam assimilar as tendências musicais do momento. Regressam em 1967 embebidos na música soul e lançam com muito sucesso o primeiro single "Move".

Jess And James - Move, from Youtube.

Gravaram os primeiros discos para a editora Palette. Tiveram bastante sucesso durante a 2ª metade da década de 60 e início de 70, tanto na Bélgica como em Espanha. Chegaram a editar 10 singles e 3 LP`s entre 1967 e 1972, para a editora espanhola Belter.
As edições dos Jess And James na Belter eram reedições dos originais da Palette, apenas em 2 casos a Belter publicou singles com versões espanholas de temas deles.
Além dos 3 LP's como Jess And James, há ainda o disco "A New Exciting Experience", assinado como Free Pop Electronic Concept em que, aos irmãos Lameirinhas e seus colaboradores habituais, se junta ainda o compositor belga Arsène Souffriau, para um trabalho que funde música electroacústica e rock.

Fontes: Reis do Yé-Yé / Fantomas / Bissaide e Portugal através do mundo



Faixas / Track List:
1.) Move 
2.) P.S. I'm In Love 
3.) Song without Lyrics 
4.) Cousins Jack 
5.) The End of Me 
6.) Nicky's At the P.C. 
7.) Something for Nothing 
8.) I Let the Day Go By 
9.) Thank You for Show Bizz 
10.) Don't Let Me Be Misunderstood 
11.) Fado 
12.) Trip Into a Dream 
13.) Change 
14.) What was I Born For 
15.) You Can't Cry Every Day 
16.) Hey Baby, Listen

Os temas desta Antologia foram-nos gentilmente cedidos por Luís Futre. Ripado do vinil.
Grafismo/Capas por João Romão.

Conjunto de Mário Simões - Antologia (50 / 60's)

quinta-feira, 22 de março de 2012




Trata-se de uma Antologia particular, onde se reúnem alguns dos temas mais significativos da carreira do grupo que decorreu entre o início dos anos 50 até meados dos anos 60. Inclui algumas faixas consideradas raras, entre elas o tema Canção do Mar, ripado de um disco de 78 RPM (de goma-laca ou massa).



O Conjunto de Mário Simões é hoje em dia recordado com venerável afecto, mais do que fazia supor há uns bons anos atrás. Como outras bandas dessa época, Mário Simões fica para a história da música ligeira portuguesa como um grande impulsionador e divulgador da boa música dita dançável ou como é catalogada hoje em dia (Easy Listening Português).

Mário João Pereira Simões, começou cedo nas lides da música, através de seu pai, violinista na Orquestra Sinfónica da Emissora Nacional e da Rádio Voz de Lisboa (que viria a ser, mais tarde, dirigido por ele nesta orquestra). 
Aos 17 anos, já estava à frente da orquestra Caravela, e, enquanto cursava Agronomia, passou para a regência da Orquestra Internacional e para a Orquestra Star Dust, pelas mãos de Carlos Villaret, antes de formar o seu próprio Conjunto. 
É na Orquestra Star Dust que toma contacto, pela primeira vez, com ritmos brasileiros que irá executar, por exemplo no Carnaval de 1946, no Restaurante Alvalade, juntamente com Sousa Pinto, Carlos Villaret, Jorge Machado, Oliver e A. Herlander.

Os Star Dust - Carnaval de 1946 (Restaurante Alvalade). Da Esquerda para a direita: Sousa Pinto, Carlos Villaret, Mário Simões, Jorge Machado e Olivier. Em baixo, A. Herlander.

Mário Simões era apaixonado pelo futebol e por esse motivo se entendem que tenha sido autor de marchas dedicadas ao Sporting, Benfica e Belenenses. 
Era um fervoroso adepto dos Beatles, amante de Jazz e gostava de misturar tudo com ritmos brasileiros (bossa nova e samba). 
Percorreu, durante 3 anos, o continente africano, por países como Moçambique e África do Sul e, mais tarde, encetou uma larga carreira no Brasil. 
Sagaz, simpático, brincalhão mas muito profissional, escreveu inúmeros temas musicais e foi um dos principais divulgadores de Easy Listening português. 
Essa tendência para a música de dança valeu-lhe o cognome de Rei da Noite e, por esse motivo, era constantemente requisitado para tocar no casino de Estoril ou em eventos no Caravela, Bico Dourado, Meia Cave ou Alvalade.


Lápis do Lopes, O Rocha da Borracha, Flausina, Pente Para Quê? Loucura, Twist Desconjuntado, foram alguns dos seus êxitos dessa altura, mas seria ainda conhecido pela colaboração com Amália Rodrigues, por ter sido escolhido, pelo Maestro Ferrer Trindade e pelo letrista Frederico de Brito, para fazer a primeira gravação da música Canção do Mar (popularizada anos mais tarde pelo Trio Odemira, Amália Rodrigues e Dulce Pontes), pelo lançamento de um jovem talento do fado chamado Carlos do Carmo e por, em 1965, ter feito parte, do júri técnico que avaliou a final do primeiro concurso de Yé Yé no Teatro Monumental em Lisboa. 
A primeira formação do Conjunto Mário Simões contou com os seus colegas da Orquestra Star Dust, Jorge Machado (piano) e Jaime Nascimento (guitarra eléctrica) ao que lhes juntou Rueda (bateria) e Carlos Fernando (contrabaixo e Voz). 
Esta formação irá ter uma breve duração (sensivelmente dois anos) mas será responsável pela primeira gravação da Canção do Mar com voz de Carlos Fernando, por volta de 1950.

Mário Simões e seu conjunto/1950 - 1ª formação (Bico Dourado). Da Esquerda para a direita: Jorge Machado, Rueda, Carlos Fernando, Mário Simões e Jaime Nascimento.

Entre 1952 e 1953, impulsionados por um convite para actuar no Casino de Estoril, com a saída de Jorge Machado (que decide criar o seu Conjunto) e de Carlos Fernando (que encetou uma curta carreira a solo), Mario Simões traz para o seu Conjunto, Raul Paredes (contrabaixo) e um jovem talentoso pianista, de nome Hélder Reis. 
Com o nascimento da RTP, em 1957, esta é a formação que se apresentará na televisão e abrirá o caminho para a popularização do género de Conjuntos de Boite. 
Irão durar perto de 6 anos mas sofrem um interregno, entre finais de 1958 e o ano de 1959, em virtude de Mário Simões e Rueda terem de cumprir um contrato no Hotel Polana, em Moçambique.

Mário Simões e seu conjunto/1956 (2ª formação - Casino do Estoril): Mário Simões(acordeão/piano e vocalista), Raul Paredes (contrabaixo), Jaime Nascimento (em primeiro plano - guitarra/vibrafone/vocalista), Rueda (bateria) e Hélder Reis (piano)

Durante este breve período, a direcção da Orquestra ficaria a cargo de Hélder Reis que, juntamente com Jaime Nascimento, irá gravar alguns êxitos pela etiqueta Alvorada.
Com o retorno de Mário Simões, no inicio da década de Sessenta, o Conjunto volta a reunir-se e ficará com aquela que foi a sua formação mais consistente, produtiva e duradoura. 
Contava com Raul Paredes (contrabaixo), Domingos Costa Pinto (bateria), Hélder Reis (piano/acordeão) e Jaime Nascimento (guitarra eléctrica/vibrafone/vocalista).

Mário Simões e seu Conjunto (3ª e última formação - Julho de 1964), na Boite Cave. Da esquerda para a direita: Mário Simões (piano/acordeão, vocalista), Raul Paredes (contrabaixo), Jaime Nascimento (guitarra, vibrafone e vocalista) e Domingos Costa Pinto (bateria). 

É por esta altura que Toni Ramalho, contrabaixista do Tony Hernandez e seu Conjunto, tem contacto com Mário Simões, num baile de primeiro de Dezembro, na Guarda, onde o recorda como "...um professor brincalhão e sempre pronto a ajudar os mais novos que tinham começado há pouco nas lides musicais...". 
No início da década de Setenta, Mário Simões opta por uma carreira a solo, ingressa no Casino da Figueira da Foz onde irá permanecer até 1999, retornando a Lisboa onde, em virtude de doença prolongada, virá a falecer em 2005. 
Jaime Nascimento recorda-se daqueles tempos e considera o Conjunto Mário Simões como "... um virar de página na música portuguesa e uma referência para outros grupos que foram aparecendo...sobretudo pelo dinamismo e alegria do Mário, pela forma como nos conduzia, o reportório que tocava, pelas suas composições e pela interpretação instrumental e vocal...".

Texto por Rafael Amorim, a quem agradecemos. 

Fotografias e EPs/single/78 rpm gentilmente cedidos pelo nosso amigo Jaime Nascimento (guitarra do grupo), a quem muito agradecemos.
Pesquisa e texto por Rafael Amorim, a quem estamos gratos pelo empenho e colaboração.
Alguns dos temas aqui reunidos foram ripados do vinil (inclui o tema Canção do Mar, extraído de um disco de 78 RPM), pelo que poderão apresentar eventuais deficiências. 
Digitalização áudio e Masterização por Carlos Santos.
Capas e grafismo por João Romão.

Rock Em Português - Anos 60, V/A (Portugal 1960 -1969) - VOL. 1




Rock Em Português - Anos 60, V/A (Portugal 1960-1969) - VOL. 1.

Trata-se do VOL. 1 de uma compilação pessoal onde se encontram reunidos vários temas e êxitos de grupos e artistas nacionais da década de 60, cantando em português e cujos temas foram maioritariamente “ripados” do vinil, com algumas deficiências inerentes. Não é mais que uma pequena homenagem aos “primeiros roqueiros” deste país e aos primórdios do Rock em Portugal.
Alguns dos temas são considerados raros.

Sobre o Rock e no que diz respeito à realidade portuguesa, naquela época (50 e 60’s) o país estendia-se desde este pedacinho de terra “à beira mar plantado” na Europa até Macau, passando evidentemente por Angola, Moçambique e as restantes colónias. Isto quer dizer que o Rock em Portugal também tinha em linha de conta os grupos das chamadas “Colónias Ultramarinas”. 
Segundo António A. Duarte, no seu livro, "A Arte Eléctrica De Ser Português – 25 Anos de Rock’n Portugal“, as primeiras manifestações de rock no nosso país nascem de fórmulas importadas”, baseadas nos grandes êxitos de Bill Haley, Little Richard, Chuck Berry, Cliff Richard/Shadows ou Elvis Presley que iam chegando ao país através de discos. 
O rock era a alternativa para a camada mais jovem da população portuguesa, que não alinhava com as canções dos velhos, o nacional-cançonetismo, como também não se interessava pela balada. O Rock era para o pessoal das escolas e dos liceus, para ser dançado “despreocupadamente”, nos tempos livres, para ser cantarolado e copiado pela malta que conseguia uns instrumentos à custa dos pais.” 
“Os grupos de rock portugueses do início dos anos 60 têm, entre outros, mais um problema para resolver, caso queiram cantar na sua língua materna. É que a língua, segundo alguns, não se adaptava com facilidade aos temas e ritmos (apesar de os grupos anglo-saxónicos apresentarem por vezes letras simples e de conteúdo, nalguns casos, bastante pobre). Experiências muito curiosas são levadas a cabo por alguns grupos, como os Tártaros, numa tentativa de construção dum rock, cantado em português, sobre raízes ou temas do folclore nacional.” 
Um dos verdadeiros pioneiros do Rock em Portugal foi José Cid com os velhos “Babies” (o primeiro grupo português de rock’n roll, em 1955) que ainda hoje canta e encanta. É sem dúvida um dos poucos músicos da primeira geração rock portuguesa que ainda actua com regularidade. 
Muitos nomes apareceram com algum êxito na ribalta, nos primórdios dos anos 60, tanto individualmente como em grupo. Sem pretender excluir algum grupo/artista, saliento no entanto Daniel Bacelar and His Gentlemen/Siderais/Fliers (já falecido), Os Conchas, Fernando Conde e o Satins/Mistério/Eletrónicos, Zeca do Rock, Victor Gomes e os Gatos Negros/Siderais e outros grupos emblemáticos (para a época) como os Demónios Negros (quatro rapazes com cabelos à Beatle e que se tinham atrevido a tocar o tema de Raul Ferrão, "Coimbra", em ritmo de Twist e com instrumentos eléctricos…!!!), ou os Ekos, Os Plutónicos, Os Tubarões, Os Night Stars (de Moçambique), Os Rocks (de Angola), Sheiks, os Jets, os Claves e tantos outros. Para além deles, havia também os seguidores dos Shadows (instrumentais), como os Titãs, Os Tártaros, Os Espaciais, Os Guitarras de Fogo, o Conjunto Mistério e muitos outros, como era próprio da época. Mas, para além dos mencionados, proliferavam muitos outros grupos roqueiros, um pouco por toda a parte...

Fonte: Notas parcialmente retiradas da obra de António A. Duarte, A Arte Eléctrica De Ser Português – 25 Anos de Rock’n Portugal.

Faixas / Track List: 

01 - Daniel Bacelar com Os Gentlemen - Se Eu Enlouquecer (65) 
02 - Os Conchas - Oh! Carol (60) 
03 - Os Espaciais - Só Eu Sei (67) 
04 - Paula Ribas - Se Tu Me Queres Beijar (61) 
05 - Zeca do Rock - Sansão Foi Enganado (1961) 
06 - Os Impacto - Uma Velha Foi À Feira (69) 
07 - Os Conchas - Adão e Eva (60) 
08 - Conjunto Night Stars - Eu Sei (66) 
09 - Paulo Alexandre e os Telstars - Dancemos o Twist (63) 
10 - Fernando Conde - A Luz (65) 
11 - Duo Ouro Negro - Agora Vou Ser Feliz (64) 
12 - Os Conchas - Suzana (64) 
13 - Os Ekos - Lamento Aos Céus (65) 
14 - Os Tártaros - Pistoleiro (65) 
15 - Os Álamos - O Comboio (66) 
16 - Valério Silva & Os Dinâmicos - História de Namorados (66) 
17 - Sheiks - Copo (65) 
18 - Fernando Conde - Amar, Viver, Sonhar (65) 
19 - Daniel Bacelar com Conjunto Abril Em Portugal - Tenha Pena (61) 
20 - Os Diamantes - Claudette (66) 
21 - Gino Garrido E Os Plutónicos - Estou Só (67) 
22 - Os Rebeldes - Tiro Liro (66) 
23 - Os Galãs - Suzy (67) 
24 - Os 5 Bambinos - Eu Chamo Por Ti (66) 
25 - Os Espaciais - Não Brinques Com o Coração (66) 
26 - Demónios Negros - Quero Que Voltes (66) 
27 - Daniel Bacelar - Miudita (65) 
28 - Paula Ribas - Por Acaso Até Gosto (67) 
29 - Conjunto Académico João Paulo - Hully Gully Do Montanhês (65) 
30 - Os Ekos - Só (66)

Agradecimento a todos os que, de alguma forma, colaboraram para tornar possível a realização desta compilação.

Recolha, alinhamento, digitalização, masterização (áudio), por Carlos Santos. 
Arranjos gráficos e adaptação das capas, por João Romão.